domingo, 31 de julho de 2011

Fotos 1ª oficina "Do meu lixo cuido eu"

Depois de duas semanas bem complicadas consegui finalmente realizar a primeira oficina "Do meu lixo cuido eu". Foi no último sábado (dia 30/07) na minha casa.

Devido à correria não consegui chamar a vizinhança, então a oficina aconteceu só com gente que veio de longe, o que é animador. Eu percebo que iniciativas pequenas têm servido de estímulo e de orientação pra quem deseja começar algo.

Iniciei a oficina conversando um pouco, dizendo que cuidar do lixo não se trata de um conhecimento novo e que não é preciso ser um especialista, ao contrário, trata-se apenas de um resgate de práticas bem antigas que o nosso modelo de vida urbana/industrial tem perdido, mas que ainda podem ser vistas na casa de alguns dos nossos avós, por exemplo.

Então foi tudo muito simples.

Expliquei o que acontece dentro dos baldes com minhocas, qual o equilíbrio que precisa ser mantido, quais as sobras da cozinha que entram, quais as que não entram e quais os erros mais comuns. O resto foi furar baldes, cortar tampas, sujar as mãos e montar dois kits, que no fim duas pessoas levaram pra casa.

Durante a oficina procurei mostrar algumas oportunidades de convivência que uma iniciativa como essa pode gerar, com vizinhos participando fornecendo os "lixos" das suas cozinhas ou as folhas secas das suas árvores.

Agora vou tentar conseguir mais baldes para fazer a próxima oficina. Dessa vez com a vizinhança.


 


hugo lucena theophilo
http://domeulixocuidoeu.wordpress.com/

Read more...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pra quem iremos?

Eles estavam num caminho sem volta. Deram ouvidos a quem propunha a coisa última, o fim de todo um mundo. E o caminho era sem volta justamente por ser o último. Depois dele não havia mais nenhum!

Daí terem reclamado — Nós já saímos da mesquinharia, da barganha, da corrupção, da iniquidade, do aprisionamento, do cerceamento da liberdade, do confinamento da vida...já rompemos com a perversidade...pra quem nós iremos? Tu tens as palavras de vida...!


hugo

Read more...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sobre linguagem, plurarismo e melquisedec

Surgiu uma conversa sobre a linguagem e expus o meu ponto de vista escrevendo isso aqui --> http://tinyurl.com/3nkx7oo

Depois o Alison expôs o ponto de vista dele e eu pedi permissão para publicar.

Segue:

___


Sobre a possível superação da linguagem - será que tal desejo não é mais uma ambição angelical, um desejo platônico de sermos espíritos? Talvez a lamentação por estarmos condenados a linguagem nasça de uma espécie de sentimento calunioso pela condição humana - que é gerada inteiramente pela linguagem. No principio era o Verbo, ou seja, a palavra é algo fundante, ela gera os mundos dos homens - ela não existe para representar o real, mas para produzir o real! Mas, assim como a luz é ao mesmo tempo onda e partícula, simultaneamente a linguagem é nossa máxima potência e nossa maior prisão - é uma condição dos homens. Aí o Gênesis e os linguistas podem estar de acordo. Penso que não se deveria procurar o buraco onde se pode se esconder do imperio da linguagem, e ver nele uma espécie de paraíso perdido, a crença autêntica, o estado de graça. Isso não existe ao meu ver. Até mesmo frente Deus haverá o Verbo, só que este sem as nossas obscuridades produzidas por nosso espaço/tempo, acredito - será o Verbo de Deus e ao mesmo tempo o nosso. Penso que se o evangelho não fosse um engendramento também de linguagem não seria encarnação de Deus, portanto não valeria muito - creio que se pode pensar o evangelho como um corretivo pro nosso sentido de palavra-verdade-luz - que agora é carne - o que não significa que seja mudo, silencio, buraco escuro - uma carne que é palavra, palavra de Deus - glória na tenda de carne. Mas pra mim fica fácil entender que Deus falou em muitas carnes, e que falou aos homens sempre em muito lugares e tempos, coisa que o Evangelho não é contra, ao contrario, afirma e exprime isso. Mas pra mim fica difícil pensar/sentir que Jesus não é digamos uma máxima revelação de Deus na história - e com isso não estou batizando o cristianismo de verdade absoluta. Será que a experiência direta com Cristo não pode nos dar aquela potência de distorcer tudo do cristianismo e ir direto ao ponto, digamos - o que não significa que não sejamos filhos do cristianismo, mas seremos digamos, filhos rebeldes como todo filho saudável. Talvez, sinto, haja uma extemporaneidade latente na experimentação da fé, que arranque ao menos uma parte de nós para fora do tempo/espaço, que pisoteia o Cristianismo em busca do Cristo. Falo tudo isso como insensato. Não sei se há dualismo entre uma revelação absoluta de Deus em Cristo e outras revelações, digamos, apócrifas. Não sei se é preciso escolher uma em vez da outra, entre uma unidade absoluta e uma multiplicidade cheia de diferenças. Talvez instaurar essa escolha seja algo que não preza nada pela multiplicidade. E se a única maneira de afirmar a revelação máxima seja afirmando também os pedaços, os fragmentos, os respingos de Deus em todos os povos e culturas? o que pode ser uma possível interpretação do fator Melquisedec. E se só houver Cristo que abrace e recolha os pedaços que ele mesmo repartiu aos povos desde o principio? Um Cristo despedaçado já em todas as culturas, desde o inicio, mas que no tempo Kairós, o tempo certo, ele aparece, para juntar os fragmentos e formar uma espécie de mosaico universal, onde se pode entretecer a multiplicidade bela da riqueza da humanidade em toda historia e lugar?... Bem, talvez esse tecido só apareça pra nós no porvir, mas desde já os que tem o espírito podem ver e se alegrar com ele. Tudo é nosso. A riqueza das crenças e cultura deveria alegrar quem tem o espírito, ainda que seja preciso vencer o encanto do inusitado que há no estranho e também ver o que há de mortífero aí - pois os homens costumam pegar os fragmentos de Cristo e usarem como bem querem!

Só julgo que não é difícil perceber que esse Cristo despedaçado que aparece para dar um sentido mais reluzente aos fragmentos dispersos é algo bem diferente do fascismo que é o Cristianismo histórico.

Para mim não há dualismo entre ser e linguagem, e não deveríamos escolher um deles - o ser gera linguagem, a linguagem gera o ser, circulo infinito. Impossível de ficar ao lado de um deles.

A resistência contra o cárcere da linguagem, julgo não ser o silencio, mas a poesia. Que isso quer dizer? resistência de dentro, potência de vida que consegue distorcer a linguagem e usá-la para gerar vida, para libertar, não para instaurar o silêncio  - não posso deixar de ver um aspecto poético na maneira como Jesus lida com a Escritura, com muita liberdade.

Há sempre uma dimensão da vida que apenas geme, que é silencio trêmulo, ou apenas voz e grito... onde a linguagem toca de modo frágil... é como se a linguagem fosse uma camada de pele, e abaixo estivesse um mar de magma revolvente e vivo... Mas quando os impulsos de vida irrompem, como vulcões, precisam achar sua expressão na linguagem...

Bem, mas muita coisa disso podemos alcançar por uma intuição simples, acredito, o que não impede de pensar sobre.... Não tenho muitos pensamentos sobre, apenas um sentimento de que a linguagem é nossa máxima condição e nosso cárcere, impossível de rasgar-se... mas que pode ser manobrado pelos impulsos de vida, para fazer viver. A verdade, para mim, é o que faz viver e ilumina. Mentira é o que mata e não algo que não é racional.

Escrevi essa arruma de coisa sem intenção e sem revisão... porque ainda não pensei mesmo sobre nada disso...

Azar o de vocês que não podem sair da linguagem...hahahaha

al duarte

Read more...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Súplica

Pai,
É fácil desejarmos mágica
Conheço alguns processos que me levam a desejar isso
Mesmo assim desejo ouvir de Ti uma palavra mágica: Fica limpo!
Desejo que expulses de mim as coisas estranhas que me impedem de ver quem eu sou
Eu mesmo nem sei quem sou
Tu sabes, portanto expulsa de mim tudo o que não sou eu
Preciso de paz
Olho pro meu filho e Te amo. Te amo nele. Te amo por ele.
Desejo mais que tudo vê-lo crescer, abençoá-lo, abençoar sua mulher, abençoar os meus netos.
Mas preciso de paz...a consciência da morte cansa. Angustia. Estou cansado e o corpo (sábio corpo) parece avisar.
Preciso de paz, mas da tua, pois a do mundo me faz achar que posso acrescentar tempo à minha vida. Essa paz eu já comprei e ela está me matando.
Preciso de vida.
Preciso de Ti.
Tudo aqui é teu
Olha pra mim, manda que eu fique limpo e que eu vá em paz.

hugo

Read more...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amor amarrado

Pra quem acredita que o amor pode ser amarrado!

Outdoor na Av. Santos Dumont


hugo

Read more...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Cadelinha teve seus filhotes na rua precisa de adoção

De: União Protetora dos Animais Carentes - UPAC <upac.contato@gmail.com>
Data: 22 de julho de 2011 12:52
Assunto: [UPAC] Cadelinha teve seus filhotes na rua precisa de adoção


Gente,

Essa cadelinha teve seus filhotes numa calçada e os escondeu num buraco no muro de uma moradora da rua, os filhotes já tem adoção garantida, mas a mãezinha precisa de adoção, pois os vizinhos ameaçam chamar o CCZ para levá-la.

A Upac fornece a castração a preço acessível para quem puder adotá-la.

Contato: Eloneide - 88051715
- ecavalcante@sfiec.org.br

--
UPAC
(União Protetora dos Animais Carentes)
http://upacfortaleza.wordpress.com


Read more...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Jesus de Nazaré e o Cristo do Cristianismo

O cristo do cristianismo não é uma pessoa. É um sistema que pretende se impor. Nele não existe tolerância e com ele não tem diálogo, só tem cruzada, expansão territorial...predação!

Até hoje é assim.

O Jesus de Nazaré é diferente. Ele também promove cruzadas, é verdade. Quem tenta imitá-lo atravessa fronteiras, não para exterminar os diferentes, mas para sentar e comer com eles.

Eu presumo que houve um grande engano. Um dia acharam que anunciar Jesus era algo diferente de imitá-lo. Assim nasceu o cristo do cristianismo, a sua defesa e o seu anúncio em forma de discurso.

Geralmente quem defende Jesus está ocupado demais para imitá-lo. E geralmente quem imita Jesus está ocupado demais para defendê-lo.

As tentativas de anunciar Jesus fracassam com frequência. Elas esquecem o fundamental: imitá-lo. Daí a predação. Daí o inferno em nome de Jesus.

Já as tentativas de imitar Jesus parecem estar livres de erros fundamentais. Estão apenas sujeitas às poeiras da caminhada...das quais "vocês já estão limpos..."

...e eu me cristificando posso me descristianizar!


no Caminho,


hugo theophilo

Read more...

Oficina "Do meu lixo cuido eu"


Galera,

Sábado, dia 30 de Julho, farei um momento de convivência na minha casa onde conversaremos sobre o tema "lixo" e veremos o fazer com ele.

Mostrarei dois modelos de compostagem que utilizo para fazer o lixo da cozinha "virar" adubo. Montaremos juntos um desses modelos, que é ideal para quem mora em apartamento ou tem pouco espaço.

Tudo simples e divertido, portanto tragam a meninada.

E tudo sem custo, portanto venham! rsrs

Pretendo fazer dois kits de compostagem e dá-los aos participantes.

A atividade será às 16h.

Para saber o endereço entre em contato por email ou telefone.

Conheçam um pouco do movimento "Do meu lixo cuido eu"


Abraço

hugo theophilo
14/07/11
email: hugotheophilo@gmail.com
tel: (85) 3473-9387
________________
Leia também:
Transformando lixo em adubo --> http://tinyurl.com/6dsj447

Read more...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pai nosso

O Jesus que elogia a fé de um chefe da guarda romana; que elege um Samaritano como exemplo a ser imitado; e que tem na sua despedida uma fala que confirma a fé naqueles que eram excluídos do ambiente religioso...me perdoem, mas definitivamente esse Jesus não estava interessado em fazer prevalecer um discurso sobre a fé.

Não admitir o diferente por achar que junto com ele se estará admitindo a injustiça ou a iniquidade, é criar um ambiente injusto e iníquo!

Não vejo Jesus identificando e promovendo credos corretos. Vejo Jesus identificando e promovendo Vida.

Aqui e ali vejo um discípulo entendendo isso: "A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo." (Tiago)

Entenda-se por mundo toda e qualquer ordem estabelecida que promova injustiça e iniquidade, por exemplo: o exclusivismo religioso.

O Pai é nosso. Nosso!


hugo

Read more...

sábado, 9 de julho de 2011

Ciclos

O embrutecimento nos distancia da vida e o distanciamento da vida nos embrutece.

A terra é maldita por sua causa e maldito é você pela terra.

O Caim que é maldito pela terra é a humanidade (Adão) que torna a terra maldita.

Você também é terra. Amaldiçoá-la é amaldiçoar-se!

Isso é um ciclo de morte.

Eis um ciclo de vida --> http://tinyurl.com/6dsj447


hugo

Read more...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Linguagem de Deus, linguagem dos homens

A superação da linguagem não implica no desaparecimento dela. É impossível não fazer uso da linguagem, não se posicionar a partir dela. Tudo é construído socialmente, até o que chamamos de "nossa identidade" ou, se preferir, o que chamamos de "eu". Até o discurso da não-linguagem é discurso e, portanto, faz uso da linguagem. Então, na minha opinião, superar a linguagem é utilizá-la sem absolutizá-la. O Deus que é mistério é a "última coisa". Ele denuncia as nossas construções como coisas penúltimas, mas faz uso delas, que continuam existindo pra nós e nos remetendo ao que transcende.

tico e teco, engravidados por Bonhoeffer e Peter Berger

Read more...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Pedalquimia

"Em primeiro lugar pede-se o que a instituição produz, depois julga-se que não se pode viver sem isso. E quanto menos se pode usufruir do que chegou a tornar-se uma necessidade, mais fortemente se sente a necessidade de o quantificar. A necessidade pessoal transforma-se assim em carência mensurável.


A invenção da educação é um exemplo do que exponho. Tem-se a tendência para esquecer que a necessidade de educação, na sua acepção moderna, é uma invenção recente. Era desconhecida antes da Reforma...Para Voltaire, a palavra educação era ainda um neologismo presunçoso, utilizado por fátuos mestres-escolas.

A empresa que consiste em fazer passar todos os homens por sucessivos graus de iluminação tem raízes profundas na alquimia, a grande arte do fim da Idade Média. Com muito justa razão, considera-se Jan Amos Comenius, bispo morávio do século XVII -- pansófico e pedagogo, conforme ele próprio se intitulava --, um dos fundadores da escola moderna. Foi um dos primeiros a propor sete ou doze graus de aprendizagem obrigatória. Na sua Magna Didactica descreve a escola como um instrumento para "ensinar completamente tudo a todos" (omnes, omnia, omnino) e esboça o projeto de uma produção em série do saber que diminui o custo e aumenta o valor da educação, com o objetivo de permitir a cada qual alcançar a plenitude da humanidade. Mas Comenius foi não só um dos primeiros teóricos da produção em massa, mas também um alquimista, que adaptou o vocabulário técnico da transmutação dos elementos à arte de formar as crianças. O alquimista pretende refinar os elementos básicos, purificando-lhes os espíritos através de doze fases sucessivas de iluminação. No termo deste processo, para o seu maior bem e do universo, os elementos são transformáveis em metal precioso: o resíduo da matéria, tendo sofrido sete gêneros de tratamento, dá prata e o que resta, depois de doze provas, dá ouro. Evidentemente, os alquimistas fracassavam sempre, fosse qual fosse a perseverança dos seus esforços, mas a sua ciência oferecia-lhes sempre as novas boas razões para tornar à carga com tenacidade. O malogro da alquimia culmina com o malogro da indústria.

O modo industrial de produção foi plenamente racionalizado, pela primeira vez, por ocasião do fabrico de um novo bem de serviço: a educação. A pedagogia acrescentou um novo capítulo à história da grande arte. Dentro do processo alquimista, a educação converteu-se na busca daquilo de que ia nascer um novo tipo de homem, requerido pelo meio, modelado pela magia científica...

A redefinição do processo de aquisição do saber, em termos de escolarização, não só justificou a escola, dando-lhe uma aparência de necessidade, como também, simultaneamente, criou uma nova espécie de pobres, os não escolarizados, e uma nova espécie de segregação social, a discriminação daqueles que carecem de educação por parte dos orgulhosos por a terem recebido."

Ivan Illich

Read more...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Conversa de cearense

- Onde está o Reino de Deus?

- Aidêntu! (Lc 17.21)


hugo

Read more...

domingo, 3 de julho de 2011

Transformando lixo em adubo

Existem várias formas de fazer o seu lixo virar adubo. Logo abaixo mostro como faço aqui em casa combinando duas formas: uma composteira de chão (sem minhocas) e uma composteira em baldes (com minhocas). Essa última é ideal pra quem tem pouco espaço ou até espaço nenhum.

Agradeço ao Eduardo Feniman e Cláudio Oliver pelo belo trabalho que serve (além de tudo) de incentivo, e pela atenção com as dúvidas que surgem no caminho.

no Caminho,


hugo theophilo



1. Separamos todo e qualquer resíduo vegetal (de preferência crú) em vasilhas de plástico. Pó de café também entra...com filtro e tudo...até guardanapo entra!
 
A propósito (e só pra eliminar a propaganda) a vasilha amarela é de uma marca de sorvete chamada FrutBiss. É um sorvete horrível. Não gastem dinheiro comprando essa porcaria!

2. Retiro um pouco de material da composteira abrindo um pequeno espaço.


3. Despejo o conteúdo das vasilhas na composteira


4. Molho tudo uniformemente...com o regador ou espalhando a água com as duas mãos (não do jeito que está na foto...rsrs)


5. Misturo tudo com folha seca e com o substrato que já está na composteira. Depois cubro com uma camada da mesma coisa (folhas e substrato) e molho mais uma vez.


6. Pego aquele material que retirei da composteira no passo 2...


7. ...e passo na peneira


8. O substrato peneirado


9. A terra fina que uso para o plantio


10. A parte ainda em decomposição (que não passou na peneira)...


11. ... e vai para os baldes das minhocas virar húmus
Essa forma de compostagem em baldes com minhocas é ensinada por Eduardo Feniman e Cláudio Oliver do movimento "Do meu lixo cuido eu". Recomendo esse vídeo onde explicam com detalhes como fazer: http://www.youtube.com/watch?v=HZq86-zICLM

Read more...

  © Blogger templates The Professional Template by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP