quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Don't FormSpring me

Tô fora do FormSpring.
Responder perguntas feitas por si mesmo é o cúmulo da necessidade de ser ouvido.
É o que Tillich chamou de ansiedade da vacuidade que produz o medo da insignificação.
Em outras palavras é a atividade movida pelo medo da falta de significado. Ou ainda, é só a estribuchada que é tentativa de não morrer mas que só denuncia a presença da morte.
Mas sem elucubrações Tillichianas, tô fora porque, primeiramente, não tenho respostas....e segundamente não tenho perguntas!

hugo


5 comentários:

Ivo Fernandes 11 de fevereiro de 2010 11:42  

Mano, qual a diferença entre um blog e o FormSpring? Para mim nenhuma.

Necessidade de ser ouvido? Quem não tem? Necessidade de ouvir? Quem confessa?

Medo da insignificação - nada mais humano.

Quanto a mim, tenho muitas perguntas, embora poucas respostas,

Abraços

André Luiz 11 de fevereiro de 2010 12:02  

Calma, rapaz...

Lembro-me da tua resistência com relação ao twitter e hoje vejo como você o usa tão bem, esta ferramenta.

Tem um texto de uma propaganda que veiculou muito no final de 2009 que diz que o muda o mundo são as perguntas e não as respostas.
Quando as perguntas e as respostas aparecerem, vc decide se quer ser ou vido ou não.

Digo isto pq a inteligência que vejo em você é daquelas que tiram leite de pedra. Sei da tua capacidade de transformar esta monotonia do FormSpring em algo útil.

Beijão.

Hugo Lucena Theophilo 11 de fevereiro de 2010 13:28  

Pastor, mas o que escrevi não foi quanto a você. Até porque só vi uma frase sua lá. Escrevi pelo que vejo até hoje, quando vejo.

Não estou negando a necessidade que temos de ouvir de ser ouvidos, mas penso que o FormSpring não chama a coisa pelo nome.

A necessidade de ouvir e ser ouvido produz uma visita a Ivo Fernandes, e não a auto-pergunta e auto-resposta públicas que aparecem disfarçadas de FormSpring.

Sob outro aspecto, tentando ver o bicho como algo bom, é complicado porque acho que coloca o cara como respondedor de perguntas. O Blog coloca o cara como espalhador de provocações e inquietações. Essa é a diferença.

Para ser honesto eu precisaria estar no FormSpring dizendo que não tenho respostas, mas como não ter respostas onde a proposta é responder perguntas?

Eu aderi ao Twitter porque ví que poderia usá-lo para o bem...rsrs

Ainda não vi como fazer isso com o FormSpring.

Vocês são meus pastores.

Bjo nos 2.

Ivo Fernandes 11 de fevereiro de 2010 14:45  

Mano, sem dúvida toda crítica aos ambientes virtuais são bem-vindas, visto que sabemos da facilidade de se perder a si mesmo nesses ambientes.

Não pensei que escreveu o que escreveu por causa de mim, pois tenho conhecido você, porém considerei forte a frase inicial do seu texto, pois não pareceu carregada de auto-crítica.

Qualquer ambiente virtual poderá ser usado para o bem ou para o mal, de acordo com a disposição do coração de quem usa.

Acho interessante o método pergunta e resposta - Romanos é todo assim, até mesmo criar perguntas e dá respostas pode ser bem utilizado.

Entre os meios,e em todos eles estamos tentando responder alguma pergunta, até mesmo aquela que vem de nosso insconciente.

Você é meu amigo, que amo como filho

Abraços

Hugo Lucena Theophilo 11 de fevereiro de 2010 18:56  

Justo. Romanos é assim e é declarado. É a pedagogia de Paulo. Ele pergunta e ele mesmo responde. Eu faço isso me dirigindo a Theophilo ou a José como que respondendo perguntas deles. Mas sou eu declaradamente falando comigo ou com quem se identifique com eles(eu).

Mas tive uma idéia aqui de como usar esse bicho.

Vamo ver se sai leite da pedra...rsrs

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