quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Liberdade pra dentro da cabeça

Ainda neném, passou o dia inteiro na creche/escola para que seus pais pudessem trabalhar.

Depois estudou num colégio que (de uma forma ou de outra) lhe deu as questões do vestibular e assim passou.

Na universidade, enquanto se preparava pra entrar no mercado de trabalho, participou de um movimento estudantil que reivindicava o direito de fumar maconha no campus sem ser incomodado.

Assim cresceu acreditando ser livre.


hugo theophilo


1 comentários:

porele 11 de novembro de 2011 00:51  

Taí um negócio esquisito... Conclamam a liberdade, e vivem alienados a uma ideologia que preconiza Deus sabe o quê...

Liberdade para fumar maconha é igual a prisão domiciliar... Você está em um ambiente familiar, não se sente oprimido, chegando ao ponto de esquecer que está preso.

Não sei o que é mais entorpecente, a canábis em sí ou este tipo de militância...

Abraços,

Carlos

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