sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A tal homoafetividade

Al Duarte

  • texto besta mas ousado... o buraco é mais embaixo!
  • No final, o escritor se torna O Grande Irmão!
  • rs

___

Cara, lí o texto por cima. Não tenho paciência, mas vi alguma coisa.
Eu vinha pensando na questão do termo reivindicado pelo movimento gay. Coisa que o camarada citou no texto. Pensava nessa perversidade que é a tentativa de se apropriarem da linguagem para cunhar um termo que se por um lado os identifica, por outro des-identifica muitos. Eu pensava justamente isso, que limitar o termo "Relação homoafetiva" para o contexto homossexual exclui o seu uso para outras relações — pai/filho ou mãe/filha, por exemplo. E o mais grave (e eu não vi o texto citando isso) é que, por paradoxal que pareça, a mentalidade do movimento gay que reivindica o rótulo contribui para a violência, pois é a mesma mentalidade que classifica os homens por seus comportamentos. Depois ninguém entende porque agrediram pai e filho na rua por terem sido confundidos com homossexuais! Mas é simples, é porque a afetividade entre homens já está associada à homossexualidade. Claro que o movimento gay não estimula a agressão, mas fornece o olhar por meio do qual os homens serão identificados como gays ou não-gays.
Essa é a viadagem que o movimento gay estimula, que conduz ao embrutecimento e que não vejo ninguém perceber.

Eu sou pai de um homem, portanto tenho uma relação homoafetiva (pra citar só uma).

Estou compartilhando com todos pois é assunto de todos os dias.

valeu

hugo

"A degradação da natureza, a destruição dos laços sociais e a desintegração do homem nunca poderão servir ao povo." - Ivan Illich


1 comentários:

Regina Farias 6 de agosto de 2011 00:40  

Eu tenho um sobrinho que falou assim, a esse respeito:

- Temo que isso vire obrigação...

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